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Mulher; vegetariana; atriz de teatro; e muito mais: Cíntia Vieira

Bem vindo! Favor ler e comentar os meus textos neste blog. Obrigada!

  • Princesas modernas; Andar em perna de pau é imitar a vida; O uso do microfone; A expressão coporal; Você faz teatro?; Puxa! Não façam isto!; O ganha pão pode vir da alma; O que eu chamo de relação burguesa; etc.
  • Lembre-se: para copiar obras e fotos da internet deve-se colocar a fonte e o nome do autor. Vamos valorizar o artista!

quarta-feira, 31 de março de 2010

Oficina de teatro para colaboradores de empresas

Foto: alunos no encerramento do curso

A arte que acontece fora começa dentro
Existem milhares de idéias poderosas espalhadas pelo mundo que estão transformando a realidade. São executivos, inovadores sociais, líderes comunitários, permacultores, líderes do setor público, artistas, profissionais autônomos, gente atuante em várias áreas, capazes de combinar a paixão e garra de um ativista com o pé no chão e pragmatismo de um empreendedor. Essas pessoas compartilham entre si o desejo de um mundo melhor, criam idéias para fazê-lo acontecer, e tem muita vontade de realizar isso tudo.
A atriz e diretora Cíntia Vieira, que atua há mais de 17 anos levando suas personagens para palcos, salas, auditórios, salas de treinamento, teatros, empresas, teve a idéia em janeiro de 2009 de trabalhar também como facilitadora de oficina de teatro, algo que já existe, mas para um novo público: funcionários de empresas.

A OFICINA DESMASCARANDO A ARTE EM VOCÊ é mais que uma oficina de teatro para não atores, é um projeto que permiti que a pessoa crie uma mudança interna e descubra ser os artista principal da sua vida. O propósito não é criar um grupo de teatro, mas que através da ferramenta do teatro, dinâmicas de grupo, exercícios e aulas teóricas, aconteça algo que realize a conexão entre as pessoas e que as faça produzir e compartilhar conhecimento.

São aulas de três horas de duração,
para um grupo mínimo de seis pessoas, uma vez por semana, durante três meses para trabalhar: a criatividade, expressão corporal, autoconfiança, perder a timidez, trabalhar em equipe, melhorar a dicção, saber falar em público e se abrir mais para a cultura.
No encerramento eles têm a possibilidade de montar uma peça para apresentar a todos os colaboradores da empresa sobre um tema relacionado com o mercado que atuam.
Entre em contato conosco e vamos criar um mundo melhor.
Vamos mostrar quem é o verdadeiro artista no palco da vida.
www.cintiavieira.com.br



quarta-feira, 24 de março de 2010

Viver é uma obra de arte.

Adenilson;Fabiano;Rogério;Cíntia;Anderson;Adair;Júlio

Em fevereiro de 2010 foi lançado um desafio aos colaboradores da Aços Favorit RS. Um projeto ousado com o objetivo de potencializar o artista que existe dentro de cada ser humano e fazer um show teatral e dançante com 14 colaboradores da empresa. São seis não atores e 4 casais de não dançarinos que aceitaram o desafio de se apresentarem para um grande público na inauguração da filial de São Paulo. Com a direção e roteiro da atriz e diretora Cíntia Vieira( www.cintiavieira.com.br) e Abrazo dança de salão, todos farão o show juntos em São Paulo no dia 26/03/2010. A atriz canoense Cíntia Vieira participou deste projeto em dois momentos, o primeiro através da sua oficina de teatro para não atores preparando-os para se apresentarem para 500 pessoas e o segundo ela será a mestre de cerimônias deste evento em São Paulo com a sua personagem apresentadora Lolita. Cíntia que dirigiu a parte teatral e que será a Lolita no show diz: "Viver é uma obra de arte. Somos artistas no palco da vida humana independente se trabalhamos arte ou não."

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Carta maravilhosa que resgatei do site: http://palaciodasvarandas.blogspot.com




A Lei do Palhaço

Carta aberta do Prof. Sílvio Camerino P. Barreto.
Solar Camerino - Recife - Pernambuco
"Conta certa história que, numa determinada cidade, apareceu um circo. Entre os seus artistas havia um palhaço com um poder de divertir, sem medida, as pessoas da platéia. O riso que provocava era tão bom, tão profundo e natural que se tornava terapêutico. Todos os que padeciam de tristezas agudas ou crônicas passaram a ser indicados pelo médico do lugar para assistirem ao tal artista, que ele mesmo tinha visto atuar e que possuia o dom de fazer reduzir ou até mesmo eliminar angústias.Um dia, porém, um morador desconhecido, tomado de profunda depressão, procurou o médico. Este, sem relutar, indicou o circo como o lugar de cura de todos os males daquela natureza, de abrandamento de dores da alma, de iluminação de todos os cantos escuros de um "jeito perdido" de ser, de tristezas com ou sem causa. O homem nada disse, levantou-se, caminhou em direcção à porta e quando já estava saindo, virou-se, olhou o médico nos olhos e sentenciou:"Não posso procurar o circo... aí está o meu problema: eu sou o palhaço!

"
Como professor vejo que, muitas vezes, sou esse palhaço, alguém que trabalhou para construir os outros e não vê resultado muito claro daquilo que fez e faz. Tenho a impressão que ensino no vazio ( e sei que não estou só nesse sentimento ) porque depois de formados, meus ex-alunos parecem se acostumar rapidamente com aquele mundo de iniqüidades que combatíamos. Parece que quando meus meninos e meninas caem no mercado de trabalho, a única coisa que vale é quanto cada um vai lucrar, não importando quem vai pagar essa conta e nem se alguém vai ser lesado nesse processo. Aprenderam rindo, mas não querem passar o riso à frente e nem se comovem com o choro alheio.Digo isso, até em tom de desabafo, porque vejo que cada dia mais meus alunos se gabam de desonestidades. Os que passam os outros para trás são heróis e os que protestam são otários, idiotas ou excluídos.É uma total inversão de virtudes, de conceitos.A honestidade não precisa de propaganda, nem de homenagens, precisa de exemplos.
Quem plantar joio, jamais colherá trigo.Quando reflexões assim são feitas, cada um de nós se sente o palhaço perdido no palco das ilusões. A gente se sente vendendo o que não pode viver, não porque não mereça, mas porque não há ambiente para isso. Quando seria de se esperar uma vaia colectiva pelo tombo, pelo golpe dado na decência, na coerência, na credibilidade, no senso de respeito, vemos a população em coro delirante gritando "bis" e, como todos sabemos, um bis não se despreza. Então, uma pirueta, duas piruetas, bravo! bravo! E vamos todos rindo e afinando o coro do "se eu livrar a minha cara, o resto que se dane".Enquanto isso o Brasil, tantos heróis e heroinas, anônimos ou não, mas que diminuíram a dor deste país com a sua obra, levanta-se, caminha em silêncio até à porta, vira-se e diz:"Esse é o problema... eu sou o palhaço".Ninguém tem a felicidade garantida. A vida simplesmente dá a cada pessoa tempo e espaço. Depende de você enchê-los de alegria. ( S. Brown )"

Texto antigo escrito em julho de 2009.


O que eu chamo de relação burguesa
Esta semana alguém me falou de uma sociedade doente e burguesa aonde todo mundo faz tudo sempre igual com uma fórmula fracassada. Isto me fez pensar em muitas coisas que são jogadas para baixo do tapete como vi em um quadro do Salvador Dali.
Quando comecei a namorar descobri a existência da relação burguesa.
Claro, nem todas as relações são deste tipo, existem as raras relações de verdadeiro amor. Mas a maioria das relações adoeceu com o patriarcado.
Para mim, mais do que a família burguesa tradicional e chata, existe a “relação burguesa” que nada mais é do que o “corporativismo” masculino, a “ética” masculina, o “código” dos machos!
Passei muitos anos tentando encontrar na espécie masculina um ser único, diferente que não acreditasse nesta relação macho falida, cujo lema é: “- homem é assim, eu sou homem. Errar é humano.” Como se isto justificasse tudo e todas as suas fraquezas.
Os homens são seres iluminados, fortes, viris, protetores, almas lindas, amigos de verdade, mas quando se trata de amar uma mulher vestem: A MÁSCARA! Eu chamo de máscara aquele rosto que lhe diz que lhe ama, que é fiel a você, que lhe fala toda verdade, que você completa e supre todas as “necessidades” dele e que com VOCÊ ele será diferente do que sempre foi com as outras. Ele não está dizendo uma mentira, ou lhe enganado, é pior que isto, ele está tentando ser amado. Mas dentro dele, ele sabe que mais uma vez ele está no amor da relação burguesa.
E quem você vai amar? Um personagem! Não alguém falso, mas você vai amar o que ele gostaria de ser para você, mas não é. A sociedade faz o modelo e ele acredita que  nasceu assim.
Ainda agem como primitivos. Encontrar amigos (primatas reunidos) no bar, fazer churrasco (assar a caça), fascínio por futebol (correr atrás da caça), contratar prostitutas (sexo animal de poder), happy hour toda semana entre homens (roda em volta da fogueira) e a pior de todas, achar que as despedidas de solteiro não são traição. Aliás, eles acham que não é traição se não envolver sentimento, por isso não aceitam quando mulher trai, porque acham que a mulher só trai se está “apaixonada”. Tem também o que acha que traição apimenta a relação em casa, quebra rotina ou lhe ajuda a sair de um casamento falido.
Ainda tem o raro macho que gosta de estar sozinho. Este mesmo não tendo esta roda de amigos, tem um só amigo ou O Amigo Macho Imaginário, com o qual ele conversa por horas e cuja qual sempre lhe aconselha a seguir seus instintos mais básicos.
Puxa, até quando estes estereótipos vão valer para pessoas evoluídas? Até quando estas muletas vão servir para os machos capengas de amor?
Todos falam em salvar o planeta, salvar a política, salvar as pessoas que passam fome, mas ninguém fala em salvar as pessoas destas relações macho burguesas de máscaras!
O máximo que nós mulheres conseguimos durante séculos, foi pensar que a traição era permitida por que “homem é assim mesmo, mas sou eu que ele ama”! O máximo que nós mulheres conseguimos pensar nos dias de hoje é que devemos fazer igual e para isso pegamos emprestadas as máscaras deles. Tudo doença e  sombra. Somos animais sim, mas em evolução.
Mas o que as fêmeas podem fazer a não ser brigarem entre si pelo “seu homem” e serem cada vez menos “corporativas” e mais competitivas?
Sinto como se eles não pudessem quebrar uma promessa, quebrar um código que todos esperam deles. Promessa que inclui falar algo lindo para sua “amada” e outra coisa bem diferente entre o seu clã de machos “em evolução”. É incrível, mas você pode ver homens maravilhosos, professores da vida, espiritualizados, pais amorosos, maridos enamorados, falando em uma mesa de bar coisas como: comi; fodi; trepei; feijão com arroz todo dia não dá; vou negar o que fiz até a morte; minha mulher jamais pode saber; etc...
Os homens oferecem o melhor deles, carinho, fidelidade (momentânea), amizade, mas NUNCA A VERDADE! E qual verdade? Dizer na cara: “- Lamento amor, mas faço parte da religião, grupo, nação, clã dos machos... Uga Uga....e chegará o dia em que “mim” não poder recusar as que se oferecem..Uga Uga...mim...quer comer mulher...uga uga ...um dia isto vai gritar dentro de mim..uga!!!! E não sei mudar!"
Eu queria tanto que fosse diferente, que cheguei a acreditar na lei da ação e reação. A mulher sendo fiel, amorosa, dedicada, verdadeira, atrairia e mereceria alguém assim.
Mas na verdade a justificativa social é que o “instinto” fala mais alto, ou seja, a relação burguesa dos machos é muito mais forte que eu imaginei. E como para serem amados pelas mulheres eles teriam que romper com os homens e principalmente com o seu melhor amigo, o Sr. Pênis, eles mentem.
Talvez a solução seria entregar os pontos.Caso você não possa vencê-los, junte-se a eles. E é o que a maioria das mulheres tem feito. Dão o troco. Algumas não fazem por vingança, nem por medo ou instinto feminino de querer ser caçada e possuída, mas por cansaço e necessidade de amar um deles, pois tendo o mesmo comportamento, podem aceitar este comportamento neles.
Antigamente eu pensava que existiam três opções para as mulheres: 1) aceitar que ele vai deitar ao seu lado uma noite destas depois de ter experimentado outra mulher, com aquele pensamento: ninguém nunca vai saber e foi só sexo; 2) acreditar que ele nunca faria isto, e se fizesse a culpa o mataria; 3) a vingança feminina devia existir, antes, durante e depois.
 Hoje eu penso que só tem uma saída: homens e mulheres se amarem, acordarem, evoluírem, e acreditar que a monogamia traz  beneficio na alma. Ela deve ser trabalhada, treinada, é uma mudança de caráter! Eu sei, é utopia! Este texto é utópico porque é uma tentativa de ligar este botão em alguém! Eu sei, muitos machos dirão que é egoísmo querer tirar este “companheirismo” dos homens! Mas alguém acredita que eles podem romper com isto e jogar a máscara fora se continuarem unidos e apoiados pela sociedade? Apoiados por nós mulheres e pela nossa falta de união?
Então, enquanto as coisas não mudam, façamos o seguinte: mulheres parem de educar seus meninos como se fossem pênis ambulantes! E não os eduquem seus filhos e filhas com direitos e deveres diferenciados. Dêem bonecas e carrinhos para meninos e meninas! Ambos se preparando para uma vida de cuidar do lar, dos filhos, do trabalho, do carro, etc.
E quem sabe devam de vez em quando, muito de vez em quando, chegar em casa depois de ter experimentado outro homem e pensar que seu companheiro nunca vai saber e que tudo foi só sexo. Ele é quem você realmente ama. Assim, seu ciúme vai diminuir e você vai conseguir perdoá-lo e pode até por alguns momentos se sentir feliz nesta relação doente.
Mas é isto que é amor? É isto que queremos para os homens e mulheres deste século?  Acordem! A vida seria melhor sem a guerra dos sexos, sem o machismo e sem o rótulo de feminista para quem quer a igualdade! A sociedade ainda aceita, estimula e compreende os homens "mulherengos", mas  homens e mulheres aceitam as mulheres que traem? Mulheres também tem "instintos" de caça! Enfim, o amor completo só existe se há fidelidade mutua.
Na verdade eu ainda acredito no ser humano e no merecimento de quem respeita o próximo. Fidelidade de corpos é uma prova de verdadeiro amor e amizade. Não fazer para o outro o que não quer que o outro faça para você. Dizer não a aventura banal e aventurar-se no amor íntegro.
Bem, em resumo, a verdadeira “relação macho burguesa”, mata o verdadeiro amor!

Cíntia.
03/07/2009.

sábado, 28 de novembro de 2009

O ganha pão pode vir da alma

Difícil convencer pai, mãe, amigos, vizinhos, a sociedade em geral, e até a você mesmo , que você pode sobreviver, lucrar e realizar-se fazendo aquilo que faria pela alegria, por lazer, dom e diversão. Mais difícil ainda, tornar isto tão profissional e tão sério que acaba sendo o seu trabalho de segunda a segunda, trabalhando mais do que em um emprego “convencional”.

Precisei de coragem para largar o tão “elogiado” emprego de carteira assinada para viver o teatro. Precisei de mais coragem ainda para largar os grupos de teatro e viver como diretora, produtora e atriz de um escritório que vende as minhas próprias apresentações teatrais.

Comecei sem parâmetros.Inventei esta forma se trabalhar, e fazendo arte, não me perdi nas tramas de pensar só no hoje que tanto enredam os corações dos artistas. E deste ofício consegui algo que talvez meus empregos “convencionais” não me dariam. Conquistei a casa própria, carro, estabilidade “emocional” e “admiração” social, mesmo sendo uma atriz teatral de eventos corporativos e familiares. Tudo coisas simples, mas que tem a minha cara e suor.

Ainda tem o agravante de ter nascido mulher. Muitas vezes bombardeada por frases que insultam por parecer que somente com a ajuda de alguém conseguiria me manter, ou ainda, recebendo propostas de emprego como se eu não fosse uma empresária e profissional do meu próprio negócio.

Tem também a questão do sucesso. O que é sucesso senão passar a maior parte do dia fazendo coisas com prazer? Mas muitos dizem que o sucesso é estar naquela caixa hipnótica (TV) que temos na sala, quarto, cozinha e às vezes até no banheiro. Outros dizem que sucesso é somente grana.

E qual é a boa notícia? Eu sou feliz tendo acreditado em um dom e estudado para aprimorá-lo. Eu sou feliz vivendo o teatro “solitário” que criei. E você pode também! Você ama alguma coisa que faz nas horas vagas e todo mundo lhe diz que isto não leva a nada? Quando alguém vai iniciar algum negócio, estuda, planeja, dá um prazo de dois anos para começar a dar lucro. Decidir viver da arte, por exemplo, não é diferente. Tudo tem que ser planejado e a força interior deve ser enorme, porque todos querem que você seja “igual”. Não esqueça, fazer arte pode ser confeccionar bijuterias ou tocar em uma grande orquestra.

Cuide-se com pessoas frustradas que largaram os seus sonhos de criança, quando desejavam até ser astronauta, pela responsabilidade de manter-se e manter uma família escolhendo profissões padrão. Estas pessoas costumam nos colocar para baixo e esquecem que com os corajosos, fora da mídia e desbravadores, pode dar certo!

Cíntia Vieira.

Atriz e diretora da Cíntia Vieira Eventos Ltda.

www.cintiavieira.com.br

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

ANDAR EM PERNA DE PAU É IMITAR A VIDA


Você já andou em perna de pau?
Não falo das que andávamos na infância que nos segurávamos com as mãos. Falo das circenses que são amarradas do joelho para baixo com as mãos livres. Parece fácil de andar, não é? Tente, pois é muito difícil.


Para andar em perna de pau é necessário:

EQUILÍBRIO, muito treinamento, confiança em si e força muscular, afinal, é como um sapato de salto altíssimo.
COLOCAR ACIMA DA VAIDADE O DESEJO DE ser e andar diferente das outras pessoas, porque perna de pau pode dar varizes.
TER OTIMISMO e não imaginar a queda, porém sabendo que ela pode acontecer.
CONFIAR NOS OUTROS, afinal existem aquelas pessoas que lhe admiram e há aquelas que ficam olhando e dizendo que é fácil fazer o que você faz sem ter nunca tentado. Olham para você desejando ver você cair.
CONFIAR NO UNIVERSO, DEUS, pois apesar da queda não ser tão grande, pode ser fatal para a carreira do artista.
A perna de pau é feita de muitos materiais. A de madeira não é muito ecológica, mas não deixa de ser uma oportunidade da árvore que era imóvel, agora poder andar em outros vales e também ser aplaudida.
Andar desta forma e ainda estar fantasiado, exige além da perna a cara de pau. Mas acima de tudo amor a arte.
Enfim, andar em perna de pau é imitar a vida. Onde somos coloridos palhaços buscando equilíbrio, força física e espiritual. Talvez assim, possamos conseguir ser mais otimistas e aprender a não desejar nem a nossa queda e nem a dos outros. Amar a Deus, a natureza e a arte. A arte que é a exposição extrema do artista que sobe e investi muito alto em busca do reconhecimento do seu talento, da sua auto estima e dos aplausos sinceros e respeitosos dos corações ainda infantis.
E você? Vai ousar com a perna de pau circense ou vai ficar brincando com a que é mais segura e infantil que não precisa largar as mãos? Vai arriscar mais coisas na vida ou prefere a segurança da vida padrão?
Cíntia.